Todo mundo vai a Capitólio pelo lago — e os espertos ficam um dia a mais pelas cachoeiras de terra firme: complexos de poços dourados escavados no quartzito da Serra da Canastra (o braço que abraça a região), perfeitos para o dia seguinte ao passeio de lancha.
Trilha do Sol
O complexo mais completo (~R$ 40): circuito autoguiado de 2-3 horas passando pela Cachoeira do Grito, poços de fundo dourado como o Poço Dourado e mirantes do vale. Estrutura com restaurante rural no final — o frango com quiabo pós-trilha é tradição.
Paraíso Perdido
O nome não exagera: 8 cachoeiras e 18 poços encadeados num vale fechado (~R$ 40). Os tobogãs naturais e as duchas de pressão fazem a alegria dos jovens; os poços rasos da entrada acolhem o resto da família. Vá cedo — o estacionamento lota em feriados.
As gratuitas de beira de estrada
A Cascatinha (vista também do lago) e a Diquadinha pingam ao lado da MG-050 com acesso livre — paradas obrigatórias de 20 minutos entre um ponto e outro do roteiro. No fim da tarde, emende com o Mirante dos Cânions para fechar o dia com vista aérea.
Dicas
- Chuva recente? Não entre nos poços de cânion — tromba d’água é risco real na região.
- Tênis com aderência: as lajes douradas são lisas quando molhadas.
- Dinheiro para as entradas — sinal de cartão oscila na zona rural.
- Semana > fim de semana: os complexos ficam quase privativos.
🥾 Para quem é?
Esforço: moderado — circuitos de 2-3 horas com subidas curtas e travessias de pedra. Crianças: a partir de 5-6 anos nos poços da entrada; circuitos completos a partir de 8. Idosos e mobilidade reduzida: Cascatinha e Diquadinha (beira de estrada) + Mirante dos Cânions formam o roteiro acessível perfeito; os complexos pagos exigem passos firmes — pergunte na bilheteria pelos poços mais próximos da entrada.





